domingo, 13 de junho de 2010

Dia dos namorados I

Preciso falar mais alguma coisa?
beijos em forma de coração (?)

sexta-feira, 4 de junho de 2010

O dia (uma história pra vocês ficarem felizes com suas vidas)

Dia 2 de Agosto de 2009 foi o dia em que todo o meu azar acumulado resolveu explodir e transbordar, ou transbordar e explodir, enfim, uma coisa leva à outra e ambos são catastróficos.
Nesse dia eu estava voltando, depois de férias perfeitas, para minha querida escola interna. Já estava irritada porque estava voltando um dia antes do aniversário da minha melhor amiga, mas a vida seguiu. Quando entrei no avião tive uma crise de choro e deve ter sido uma cena assim →↑ (olhe para a imagem)
porque a moça que estava na poltrona ao lado me olhou com cara de preocupação e durante TODA (ênfase no toda) viagem ela ficava puxando assunto comigo, sem se quer me deixar dormir. Ela era meio bipolar, digo, estranha, mas achei legal da parte dela se preocupar, apesar do cansaço consegui ficar mais calma.
Quando estava chegando no Rio deu turbulência e eu odeio turbulência, novamente ... →
passada a turbulência, os momentos de pânico e a sensação de morrer, o avião pousou no Rio.
Fui feliz e saltitante até a porta de desembarque e... Opa, cadê os professores? Procurei por todos os lados e não achei ninguém, até que surge um pontinho vermelho no meio da multidão, era a professora de geografia, ALELUIA.
Fomos esperar a van, eram umas 17 horas. A van chegou 17:30, fiquei feliz afinal não teria que esperar muito. Quando todos estão subindo na van uma surpresa: a van tinha 12 vagas e eu era a 13ª. Fiquei com cara de cachorrinho quando cai da mudança (frase da mamãe) olhando a van sumindo na linha do horizonte.... go go away. Dei um suspiro e pensei positivo " a outra van já vai chegar". Fiquei vegetando no aeroporto, não existe coisa mais chata que ficar no aeroporto. Passaram horas... já tinha feito todos os joguinhos de uma pessoa só. Batido o record de todos os jogos do meu celular, contar quantos carros brancos passavam, li até um livro.
Já estava morrendo de fome, só com 50 centavos na carteira, quando finalmente a van chegou às 21:30! Entrei na van e me senti no céu, finalmente chegaria na escola. No caminho comecei a refletir sobre as possiblidades de o jantar ainda estar servido, o restaurante fechava às 20:30 mas com certeza deviam ter deixado um lanchinho pra nós, meros mortais mortos de fome. Chegando na escola (às 22:00) meus amigos já estavam nos prédios, não pude vê-los e o pior: NÃO TINHA COMIDA! Geralmente deixavam frutas na copa do prédio mas nem isso tinha no dia. Comi uns restos de biscoito da minha colega de quarto. Descobri que tinha que dormir com a porta aberta por causa da gripe suína e que eu não poderia passar das 22:30 com as luzes acesas. Não teria problema se não fosse 22:20 e eu não tinha tomado banho, nem arrumado as malas, nem aberto a caixa (com as coisas que a gente deixa na escola) e se não tivesse aula no outro dia.
Resultado: fui dormir suja, com fome, sem lençol, com fome de novo para dar ênfase na fome. Moral da história: Tenha sempre coisas anti-tédio na sua bolsa e principalmente dinheiro para a comida.
e você ainda reclama do seu azar?
beijos, Laysa

domingo, 30 de maio de 2010

versos que vêm de repente

a paz me dominou
o vento bate nos sinos que emitem um som angelical
o som me invade, me leva e te leva
te leva de mim
o que nos uniu nos separou
tento abraçar tua alma, mas já não posso
você vai caminhar, eu também
por caminhos bem diferentes
sabíamos que não daria certo, mas tentamos
erro.
minha alma agora está vazia, e dói.
eu sinto sua falta.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Aventuras do carnaval

Em meu último carnaval aconteceu uma coisa muito engraçada.
Eu estava num bloco do meu bairro chamado "bonecas da serraria" com algumas amigas minhas, incluindo a Jejé UISUDOISUD.
Estávamos lá, pulando, dançando, quando de repente vejo um menino vestido de bailarina, dançando como tal. Com todo aquele charme, delicadeza e graça, eu não me contive e comecei a rir. EU RI MUITO! KKKKKKKKKK. Mas não sei se por ter sido seduzido pela minha risada (G.G?) ou por pensar que eu estava dando bola pra ele (oo'!) o indivíduo veio vindo na minha direção, dando pulinhos, graciosos, de balé.
O menino foi na direção da Jejé que o recebeu com um "oi" caloroso e começaram a dançar. Aí eu pensei "de onde ela conhece essa criatura? G.G". Após dançar um pouco com a jeéjé o menino me puxou pra dançar. Eu não deveria dançar com ele mas eu pensei: "ah! É amigo da jejé, não vai dar em nada!" e comecei a dançar com o menino. Depois ele começou a beijar minha bochecha, e foi virando meu rosto, tentando me beijar OO', eu fui me afastando, empurrando delicadamente o menino e pensando "o amigo da jejé é doido! G.G", naturalmente neste momento estava com um sorriso sem graça, não sabia o que fazer. Comecei a empurrar com mais força até que o menino desistiu, ou pareceu desistir, porque logo depois ele me puxou pela cintura e eu o empurrei com um "não! hehe ^^' ".
Assim que ele foi embora eu puxei a jejé e falei: "Menina! Tu conhece esse menino de onde? ;-;" e ela me respondeu: "Oxe! Não conheço ele não".

UIOSUDIOUSOIDUISOUDIOSD, beijos gente (:

domingo, 11 de abril de 2010

SAUDAAAAAAAAAAAAAAAADE! ;-;

Sinto saudades da minha terra
e lá também tem sabiá.
As palmeiras, que me lembram este lugar,
só me fazem querer voltar pra lá.

O sorriso, o calor, a alegria das pessoas
a felicidade constante do povo de Maceió
o chamego, o carinho, o humor
e a ardente chama do forró.

Minha vida tem mais amores,
o que já não encontro cá.
Permita Deus que chegue logo
o momento de voltar.

Fico esperando ansiosa
a hora de voltar pra Ponta Verde.
Pra beber aquela doce água de côco
que satisfaz a minha sede.

Que saudade da minha terra
em que o povo vive a cantar
a animação é tanta
que mais bonito canta o sabiá.

Laysa Menezes

Labirinto

Nesse texto tem uma revolta escondida. Você consegue perceber?
-

Estou perdida. Entrei num labirinto e como em todos os labirintos não consigo achar a saída, a entrada eu já perdi. Esdrúxulo seria a melhor palavra para definir isso. Parece que todas as coisas que eu abomino resolveram se concentrar em um só lugar e, por acaso, eu estou perdida nele. Suas paredes não são iguais e consigo continuar perdida. E em várias dessas paredes multiformes existem vários espelhos. Espelhos que não mostram nada. Nada de mim, pelo menos. Por que eu não consigo me ver?
Ah! Ali! Uma luz meio lilás. Será o fim? Enquanto caminho em direção ao estranho foco luminoso no meio do nada, meus pés tocam uma lama que se torna cada vez mais profunda. Vou afundando. Oh céus, ninguém vai poder me ouvir se eu gritar. Tenho que me conformar.
Afundo lentamente em busca daquela mancha que no final poderá ser apenas uma mancha. Estou sendo tragada pelo vazio da escuridão. Enlouqueci. Ou morri. Ou os dois.

Laysa Menezes