sábado, 30 de outubro de 2010

exclusão de posts

É com tristeza que informo a todos os leitores do meu blog que os posts relacionados ao laboratório de escritores foram ou serão excluídos. Tive que tomar essa decisão devido ao perigo dos meus queridos textos serem plagiados, o que tem ocorrido com outros blogs.
Fico triste por ter noção de que esses textos talvez fossem os melhores do blog, mas prometo me empolgar e escrever textos da minha rotina, como o "O dia", que são bons, na minha opinião. Se você quiser ler algum texto meu do laboratório de escritores pode me pedir, eu vou mostrar com certeza!
Em breve meu orkut estará a disposição aqui do lado. (:
beijos

sábado, 11 de setembro de 2010

10 de setembro e meus amores.

A 17 anos e um dia, exatamente, Israel e a OLP reconheceram-se oficialmente. A 17 anos houve um decreto (não li muito sobre tal) que alterou algumas coisas que influenciavam na política do país (será que foi isso mesmo?).
Mas a 17 anos e um dia minha mãe arrancava a tinta da cama do hospital com força, enquanto eu, normalmente, dava um "olá" para o mundo. A imagem de tal descrição não deve ter parecido muito boa mas enfim, nasci. Nasci e provoquei ao mesmo tempo preocupação e alegria em toda a minha família. Meus pais eram novos, tinham ainda muita coisa para aproveitar e eu atrapalhei. Entretanto fui tratada com carinho por parte de todos e até hoje sou.
Não sei o motivo de estar escrevendo isso, talvez seja mero desabafo dos 17 para que no futuro eu veja o que eu pensei nessa data. Pois bem, mesmo longe de todos, como estou, nunca tive nessa escola maior felicidade. Logo quando pensei que seria o pior aniversário de todos os tempo fiquei surpresa ao perceber que foi um dos melhores. E é claro que queria toda a minha família perto de mim, meus amigos de Maceió, meus amigos de terras distantes que não sei se conseguirei ver um dia, contudo meus amigos e amados daqui mesmo, dessa escola que me enfiei faz um ano e meio, me fizeram tão feliz, me deram tanto carinho, tanto amor... Senti ano passado, sim, mas esse ano foi maior, com mais intensidade. E eu só tenho agradecer por vocês terem me confiado a amizade de vocês, em um ano e meio amo vocês como amo meus amigos de infância.
Muito obrigada turma 2E e a todos os outros que me deram tanta felicidade. Vocês são o motivo de eu conseguir ter forças para ficar aqui. Eu amo vocês.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Quando falta imaginação

O desespero começa por meus dedos. Eles não me obedecem.

Passa para meu peito. Agonizo por não conseguir.

Minha cabeça começa a sentir a dor que o resto do meu corpo sente. Quero escrever.

A criatividade se torna megera. Eu não me ajoelho, mas imploro.

Ela não vem a mim, não consigo escrever. Ajo como se desfalecesse.

Então a música, a música me ergue.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Desafio da Larissa

O desafio, feito no blog da Lari, dizia o seguinte: "vai ter aqui um tipo de um questionário e as respostas não poderão ser escritas, mas sim na forma de imagens." Aí vai o meu desafio feito. Beijos.

Quem sou eu


O que me faz sorrir


O que me faz chorar


Minha cor é


Melhor lembrança



A música é


Um filme


Um pecado


Um cheiro


Esporte


Um hobby


O livro


Sonho


Três lembranças da infância


quarta-feira, 28 de julho de 2010

terça-feira, 27 de julho de 2010

Para se divertir rs

(imagem copiada do blog: http://2ovos.blogspot.com/)

quarta-feira, 21 de julho de 2010

o pessimista

Fui na casa dos meus avós. Agora que estou de férias vou visitar a família e o personagem principal desse texto é meu avô paterno. Ele já está meio velhinho e deu pra só falar de morte. Chega a ser engraçado.
Um dia chegamos na casa dele e ele estava lendo um livro.
minha irmã: Vô! Que livro é esse?
Vô: A morte - minha melhor amiga.*
minha irmã:
Outra vez ele ainda tava lendo "o caminho da morte", ou algo assim.
Dessa vez, mais recente, começamos a conversar e ele falou que nós não íamos mais comemorar seu aniversário e sim sua morte. CAAAAAAAAAALMA vô, você vai viver rapaz!
Conversa vai conversa vem minha vó fala "Eu nasci em 38" e meu vô dignamente responde "38 é uma boa arma"
No final de tudo: - tchau vô, até mais!
- até o paraíso, minha netinha.
Cara de desespero.
-
kkkkkkkkk, beijos gente.
laysa
*Eu inventei, não lembro o nome real do livro.